por Swami Durgananda, Yoga Acharya
Se não sabemos como agir na vida, asanas e pranayama não nos ajudarão muito, porque cada ação errada nos levará a dor física e mental. Nossas ações prévias criaram muitas reações no presente. O Yoga explica como agir sem criar mais nenhuma reação.
Yoga na Vida Diária
Nós pensamos ser inteligentes. Focamo-nos em um tipo de conhecimento que nos ajudará a sustentar nosso emprego e manter nosso seguro, aposentadoria, uma casa, um carro, nossa situação social, roupas, nosso visual e nossa saúde. Isto ocupa todo seu tempo. Tal qual um hamster, pensamos que corremos para algum lugar. O Yoga nos ensina a desenvolver a inteligência pura, a discriminação pura; Isto nos ensina olharmos um pouco mais adiante o que nós vemos ou o que nossos impulsos estão nos dizendo. Fazer apenas impulsivamente o que você tem feito durante muitos anos não é inteligente. O necessário é bem desenvolver um poder de raciocínio, equipado com lógica. Nós podemos falar muito sobre lógica, mas isso não passa de uma discussão na mesa de jantar. Quando isso vem em nossa própria vida, continuamos agindo impulsivamente.
O medo constante nos impede de seguirmos adiante. Preocupar-se com tudo, vivendo constantemente no futuro ou no passado, mas nunca no presente – tudo isso nos carrega para muito sofrimento, assim como teremos que encarar as reações que esta atitude tem criado. Com o passar do tempo, a depressão será o resultado. Muitos doutores dizem, “Bem esta pessoa tem 60 ou 70 anos – é normal estar deprimida”. E eles prescrevem pílulas. Isto é considerado “normal”. Isto não é normal! Ao contrário, deveria estar desfrutando! Se você trabalhou duro durante toda sua vida, você deveria estar em paz consigo mesmo e não estar deprimido! Isto não acontece apenas com pessoas que passaram durante toda sua vida sendo obviamente preguiçosas. As pessoas podem ser bem sucedidas em seus empregos, vestir as melhores roupas, ter os melhores costumes, possuir o melhor estudo – mas ainda os resultados de suas ações os levam muitos deles a depressão.
O Bhagavad Gita diz que este tipo de pessoa é o demônio. Porém, não estão matando ou roubando. O demônio repousa sobre a insatisfação. Você sai para comer e olha para o menu: “Oh vamos comer algo caro! Vamos comer um peixe caro, uma carne cara e beber um vinho caro. Eu tenho 60 anos agora. Trabalhei toda minha vida. Vamos pedir o vinho tinto que custa 300 euros a garrafa. Eu mereço isso agora! Você quer me acompanhar?” Isto é demoníaco, porque depois você não se sentirá nem um pouco bem. Talvez se sinta bem por uma hora. Você já não se sentirá bem quando a conta chegar. E quando você chegar em casa, em sua cama, tudo o que você terá é seu coração, seu fígado, sua vesícula biliar e seus rins lamentando.
Somos livres para escolher, mas liberdade não significa que podemos fazer o que bem entendermos. Como sociedade nós já tentamos isso e não funcionou. A liberdade que pensávamos ser liberdade está agora voltando-se para nós. Famílias estão se desfazendo. Se o casal está trabalhando, pode haver uma casa e um carro, mas não existirá receptividade. Quem cozinhará para as crianças? Quem as alimentará? Quem lhes dará o amor do qual elas precisam?
Muitas pessoas que vem aos Ashrams atualmente, não estão acostumadas a comer em horários regulares, não sabem cozinhar, não sabem como cortar os vegetais, como lavar suas roupas ou mesmo seus corpos. Temos que ensinar tudo a eles. Apenas aprender as técnicas de asanas e pranayamas não é o suficiente. Muitas pessoas negligenciam as bases para uma vida saudável, nas quais sem isso o yoga não pode ser praticado com sucesso. O resultado é acidez no estômago, fraca absorção nos intestinos e constipação no cólon – como alguém pode esperar que o prana, a energia vital, flua?
Também se você dormir demais, a energia mental vai baixar. Isto se torna um hábito. Isto tomará tempo e esforço para lentamente superar tal hábito. É a mesma coisa com a alimentação. Não coma muito, nem coma pouco. Alimentação balanceada não é fácil. Isto é algo que devemos descobrir por nós mesmos, porque não temos padrões para nos mostrar.
Os Três Gunas e a Mente Elevada
O yoga nos ensina sobre os três gunas ou qualidades da mente, que são sattva (pureza), rajas (atividade) e tamas (inércia). Quando sattva predomina em uma pessoa ela está calma e serena. Quando rajas predomina, ela está agitada e excitada. Quando tamas é predominante, ela está entorpecida e tola. Geralmente a compreensão dos gunas é por demais simplificada: “Eu estou acima de tudo! Eu estou olhando para os outros – oh, como a maioria das pessoas são rajásicas. E aquela pessoa continua fumando e bebendo – quão tamásica! Não ouso nem apertar as mãos desta pessoa tamásica.”
Este é o estágio inicial. Categorizamos os gunas como um semáforo: vermelho para parar, amarelo para usar o freio e verde para dirigir. É assim que nossas mentes funcionam. Entretanto, a realidade não é assim. Os gunas estão em nós e em tudo. Através dos gunas todo o jogo de maya (ilusão) toma seu lugar. Se entendermos este jogo, nós aprendemos a discriminar e tentar agir apropriadamente – mas, então, falhamos: “Oh! É mais difícil do que pensava! Deixe para os Swamis estas coisas. Mas os Swamis também estão falhando. Eu achava que os Swamis eram muito sáttvicos! Mas olha, eles estão dormindo na meditação – eles são tamásicos! E tudo o que eles fazem é correr por aí o dia inteiro – eles são tão rajásicos!”
Sattva pode ser reconhecido não apenas pela ação, mas também pela intenção e motivação da ação. Enquanto nossa observação estiver dominada por rajas, não conseguimos perceber estes aspectos sutis da ação. Um iniciante tende a ser um observador rajásico e pode pensar: “Eu estou separado. Eu sou melhor do que qualquer um. Eu tomei o Curso para Professores de Yoga (TTC) e eu sei o que é real!” É interessante notar que grande parte das pessoas pensa desta forma. É por isso que gostamos de estar entorno de grandes pessoas. Eles estão prontos para aprender coisas novas em qualquer momento, enquanto pessoas orgulhosas, que crêem saber um pouco mais são terríveis de estar em volta.
É fácil olhar para uma pessoa que não toma banho ou que veste roupas sujas e dizer que ela é tamásica. Contudo, o tamas real está na mente. Uma pessoa tamásica pensa que o corpo é real. Você pode estar vestindo roupas de design italiano ou francês, com o melhor perfume e você pode ter um ótimo carro e viver na melhor zona da cidade, mas se você pensa que o corpo é a única coisa que existe, então seu entendimento é tamásico.
O Bhagavad Gita nos oferece um belo ensinamento sobre os três tipos de felicidade:
“Aquilo que é como veneno no princípio, mas ao final é o nectar – esta felicidade é declarada por ser sáttvica”. Quando você chega pela primeira vez em um programa intensivo de yoga como o Curso para Professores de Yoga (TTC), isso pode ser sentido como um veneno: mudança de ambiente, mudança de clima, mudança de ritmo, acomodações partilhadas com outras pessoas. Outro exemplo é jejum: isso também é sentido como um veneno no início. Nos primeiros dois ou três dias você tem dor de cabeça, seus ossos e juntas doem, você está com fome e miserável e mal pode abrir seus olhos. O corpo elimina toxinas pela respiração e perspiração. Em seguida, porém, a experiência se torna maravilhosa. Corpo e mente rejuvenescem e a paz interior aparece. Se você compreender isso, você se tornará apto para discriminar apropriadamente e perceber a felicidade que, ao final, é como o néctar.
“Esta felicidade que chega dos orgãos dos sentidos e objetos, que no princípio é como o néctar e ao final é como veneno – isto é declarado rajásico”.
Em nossa vida normal, nosso julgamento procura por aquilo que é mais fácil, por que nós queremos evitar dificuldades. Onde posso fazer mais dinheiro, o que é mais confortável, onde posso trabalhar menos, qual o chefe menos exigente – esse é o emprego que você pega! Não procuramos um trabalho no qual tenhamos que trabalhar nossa própria disciplina e realmente desafie nossas próprias mentes. O único desafio que estamos interessados é no dinheiro. Se você faz uma ação, porque espera felicidade desde o início, isto é uma escolha rajásica. É o néctar no começo, mas veneno ao fim.
“A felicidade da qual no princípio, resulta de uma ilusão de nosso eu e retira-nos do sono – isto é imprudência e tamas”.
Dormir demais, muita comida que excita nossos sentidos, álcool, cigarros, drogas, todas as coisas com as quais tentamos excitar nossos sentidos – essas são ações tamásicas, porque nos empurram para baixo em nossas ações. A força de vontade diminui e nos tornamos como vegetais. A vida é reduzida a comer, beber, dormir e procriar. Nós chamamos isso de um “bom final de semana”. Então, de alguma forma nós arrastamos nossas vidas de segunda a quinta e esperamos pela mesma experiência de final de semana. Isto é tamas.
Ensinando Yoga Hoje
Asanas você pode aprender em qualquer lugar. Você pode achar um professor de yoga em qualquer cidade. Swami Sivananda, Swami Vishnudevananda e outros grandes mestres do yoga da Índia treinaram pessoas para elevar suas almas até o sattva real, a pureza real. Esta é a essência do Curso para Professores de Yoga Sivananda (TTC).
Cada pessoa age de acordo com sua natureza. Após iniciar o treinamento por quatro semanas durante todos os dias com asanas e pranayama, você vai descobrir que este modo de vida vai bem com sua própria natureza. Passar pelos ensinamentos pode ser apenas natural e pode ser feito sem nenhum orgulho. Esta é a ação adequada. Se você tem orgulho do que você sabe, você vai criar uma reação. “Ele não está tomado pelo orgulho das performances de suas ações, nem mesmo há esperança de ganho com isso”. Quando estamos atuando como professores de yoga, é o nosso conhecimento que estamos passando adiante? Não, mas nós esquecemos disto. Nós achamos que este é o nosso conhecimento, porque nós estamos cercados por pessoas que não sabem muito sobre o assunto. Então, dizemos, “Eu sou o professor de yoga agora”. Nós estamos partilhando yoga por estarmos a serviço deste conhecimento. Exatamente como um cozinheiro serve comida, você serve asanas. Vocês não são melhores ou piores, ambos são servos em seus próprios caminhos. Se você não se esquecer disso, então, sua ação será sáttvica, pura.
Em yoga nós não olhamos muito o que uma pessoa sabe ou diz, mas o que a pessoa faz. É pela ação que você pode ver onde a outra pessoa se sustenta, não pelo que ela diz. No Ocidente nós ouvimos o que a pessoa diz e pensamos, “Oh, muito inteligente”. E damos a eles títulos: bachareis, mestres, PhDs. Mas como são suas ações? Swami Vishnudevananda não tinha rodeios em relação a isso. Ele disse que um professor pode conhecer a filosofia do yoga, mas ele não necessariamente pratica. Porém, pela pregação, ele pode ganhar toda a fama. Um simples yogue pode estar praticando a filosofia diariamente, mas é encarado como um estranho. Isto é diferente na Índia: nos Himalayas e outras áreas você ainda pode encontrar pessoas que se encontram completamente retiradas do mundo, mas eles não estão olhando de cima. Existe grande aceitação.
“Aquele pelo qual se vê a realidade indestrutível em todos os seres, não separado de todos os seres separados – conhece o conhecimento do ser sáttvico. Isto significa que estamos vendo o Eu, a Alma ou o alento de Deus em todos, reconhecendo os seres humanos como reflexos do Criador. Esta tolerância e pensamento sáttvicos lhe fornecerão paz mental, porque muitos pensamentos de julgamento simplesmente desaparecerão.
Se você anunciar ao mundo seu nome e título, você não durará muito. Você vai pirar, porque não consegue sustentar isto. Aceite humildemente ser um reflexo do conhecimento do yoga. Então suas ações serão sáttvicas e você durará porque seu ego não ferverá. Existe um belo exemplo das escrituras: quando você cozinha arroz ele pode se tornar tão macio que quando você pegar um grão e apertá-lo com seus dedos não haverá resistência. Da mesma forma, se o ego é cozinhado através de tapas ou ação, ensinando yoga como karma yoga ou serviço humanitário, então, ele se torna macio como aquele grão de arroz. Se, por outro lado, ele não é apropriadamente cozido, o arroz fica duro. Este é um clássico exemplo para descrever o ego.
Se você agüentar se tornar um praticante e um estudante enquanto serve como um professor, você aprenderá tudo. Os estudantes virão até você e o ensinarão. Inconscientemente os estudantes servem os professores. Algumas vezes ouvimos certas pessoas espiritualizadas dizendo, “Obrigado por vires, assim posso servi-lo”. Isto é tão verdadeiro. Quão solitária é uma sala de yoga sem estudantes! Nós devemos agradecer os estudantes por comparecerem e nos dar a oportunidade de servir. Esta é a atitude que Swami Vishnudevananda tinha conosco. Ele sempre dizia, “Eu sirvo você com todo meu coração e se você não entender os ensinamentos, não será uma falha dos ensinamentos, mas uma falha do professor. Peço a você que me perdoe se não fiz claro os ensinamentos”. Ele costumava fazer isto ao final dos cursos e se prostrava na frente de todos.
Em outra ocasião Swamiji nos contou que quando jovem prostrou-se perante um grande swami e enquanto fazia isso, sua própria mente pensou “Olha que humilde eu sou, eu estou prostrado”. Ele pode dizer isso sobre sua pessoa, porque ele estava constantemente vigiando sua mente. Se somos honestos, nossa mente agirá da mesma forma.
Desfrute do Movimento Pacífico do Yoga
O Bhagavad Gita ensina, “Abandone as dúvidas, refugie-se sozinho em Mim: Eu o liberarei de todos os pecados; não entristeçais”. Renda-se ao trabalho incessantemente. Ponha a ação para fora, incansavelmente e renda-se aos frutos. Não aja somente se há algo ali para você. Faça pela vontade de fazer o trabalho. Esteja recebendo ou não por isso. Isto é se entregar. E no fim das contas estará se beneficiando com isto? Sua própria alma está se liberando.
Todos temos de tomar decisões. Se você diz “eu não ajo”, você, no entanto, nunca tomará uma decisão sequer. Tem de se tornar claro o que karma e conhecimento realmente significam. A ação eleva. Muitas pessoas não querem agir, porque estão com medo de cometer erros. Elas dizem, “É melhor eu não agir, é melhor eu ficar aqui atrás”. Desta forma você ficará para trás pelo resto de sua vida.
Quando Swami Vishnudevananda estava para completar sua última palestra no Curso para Professores de Yoga (TTC), ele dizia, “Se este conhecimento tomou seu interesse, quatro semanas não é o bastante. Venha e fique conosco por um tempo, e ensine”. Esses que permaneciam ele chamava “staff”, um termo bem moderno. Ele não nos denominou discípulos, sadhus ou yoguis. Se você tiver tempo, seja um staff por um tempo e torne-se mais forte. É para isso que serve esta organização. Não estamos aqui para fazer dinheiro. Tudo o que os estudantes nos dão retorna para esta organização. Nós construímos Ashrams, nós mantemos os centros e nós alimentamos e vestimos os staffs. Sendo um staff, você cozinha, limpa, ensina, faz contabilidade, você faz de tudo. Isto permite a você maior flexibilidade mental. Muitas pessoas não são flexiveis mentalmente. Eles só querem fazer aquilo no que são bons e todo o resto eles coíbem de si. No serviço desinteressado você também faz aquelas coisas nas quais não são tão boas. Esta é a essência do yoga do Bhagavad Gita. Você não pode não agir. Através da ação você purifica os gunas, a mente, o corpo, as emoções, o intelecto, todo o seu ser. Neste caminho você pode realizar o Ser em você e encontrar felicidade e força espiritual interna. Então, não haverá mais necessidade de tomar antidepressivos.
Aprenda como agir sem se apegar aos frutos das ações. Fique conosco por um mês ou dois ou seis meses ou um ano. Peça um ano sabático e venha. Nós temos Centros por todo o mundo. Você pode aprender uma língua ao mesmo tempo. Você pode estar em um Ashram ou em um Centro. Você aprenderá como ensinar e como controlar a sua mente, suas palavras e seus sentidos. Yoga se enraizará em você. Estas organizações não estão por aí para trazer conforto aos swamis, e, sim, para que novas pessoas venham e pratiquem yoga com mais intensidade.
Comigo foi assim um dia na primavera de 1974. Já praticava asanas por vários anos, mas continuava sem conseguir fazer a invertida sobre a cabeça, porque tinha muito medo de cair. Naquela época eu morava em São Francisco e Swami Vshnudevananda foi até a cidade. Ele deu uma classe em uma escola. Eu pensei: “É melhor eu ir – ele é famoso. Aí posso dizer que tive uma aula com Swami Vishnudevananda”. Mais ou menos umas cem pessoas estavam na sala. Swamiji alinhou todos em filas e rapidamente se movia para cima e para baixo das fileiras. Surya Namaskar (Saudação ao Sol), sem problemas. Meu ego disse, “Sem problemas, isso é fácil”! Então, Swamiji disse, “Invertida sobre a cabeça”! Eu pensei que com cem pessoas na sala ele não me veria, até porque sou uma pessoa pequena. Ele disse, “Faça um tripé, posicione sua cabeça, fique na ponta dos pés, caminhe em direção a seu corpo”. Eu fiz isso – e então de repente eu ouvi “SUBA SUBA SUBA SUBA!” Eu pensei que Swamiji falava com meu vizinho, mas ele falava comigo! Ele colocou seus dedos em minha lombar e eu, de alguma forma, estava estendida, sem problemas. Disse a mim mesma, “Isto é demais”! – pensando que Swamiji ainda estava me segurando. Porém, ouvi ele já umas três ou quatro pessoas adiante. Quando ouvi isso, eu caí imediatamente! Entretanto, tendo realizado que poderia fazer isso, me ajudou a fazer a invertida sobre a cabeça novamente. E foi assim que aprendi. A simples verdade de que você só pode saber o que é a invertida sobre a cabeça tentando executá-la, aplica-se a todos os aspectos do yoga.
Depois da aula de yoga com Swami Vshnudevananda, eu pensei “Talvez eu permaneça com ele mais um pouco. Não é ruim o que ele faz. Ele é um ótimo professor. Talvez eu possa ganhar algum conhecimento.” Então, eu fui e disse, “Swamiji, posso ser um staff”? Ele me pegou com seus braços e me disse “Bem-vinda à família!” Naquele momento eu não entendi o que ele queria dizer com “família”. Agora, depois de trinta anos, eu não me arrependo por nenhum secundo.
Extraído de uma palestra durante o Sivananda Yoga Teachers Training Course em Vrindavan, India, fevereiro de 2008.
Swami Durgananda é Yoga Acharya (diretora espiritual) dos Centros Sivananda Yoga Vedanta na Europa. www.sivananda.org/tyrol
